quinta-feira, 1 de setembro de 2011


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 oi galera vou dar mais um recado se você quiser enviar sua historia curiosidade e tirar suas dúvidas  mande a sua pelo o e-mail (nicolliholiveira@hotmail.com) e coloque sua referencia e diga que e uma duvida para o blog.
                                             
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obs: tudo isso que estamos pedindo para fazer e para ajudar na identificação.

História – Generosidade recíproca

Recebi por email da leitora Fernanda, de Porto ALegre, uma história sobre um cachorro, que não sabemos o nome, que adorava brincar e agrada-la, e resolvemos compartilhar.


Me mudei para outro bairro a quase um ano, mas só fevereiro descobri um cão que habitava uma casa no final da rua. Aparentemente carente, mas sem sinal de maus tratos. De porte grande, e com um pátio não tão adequado. Eu e minha mãe perguntamos pro vizinho se não queria doar ele, no caso para nós. O vizinho disse que as pessoas que residiam aquela casa eram pessoas ”difíceis’ e que ganharam o cão de presente.
O cão, apaixonante, muito dócil com pessoas, com outros cães já não tanto. Passei a ir visita-lo alguns dias no mês, levar comida, e fazer carinho. Até que ele começou a me ”retribuir”, não sei se foi exatamente isso, mas foi essa a ideia passada.
Há uns 2 meses quando passava pela casa, chamava-o, para fazer agrados, e ele saia correndo e me trazia coisas, a primeira vez foi uma laranja, a segunda um pote, creio que de comida, a terceira uma PANELA, e novamente laranjas. Fiquei surpresa, e feliz, acho que ele sente um carinho reciproco pelos meus atos, e quer mostrar o mesmo. Rececer ”presente” de um cão é uma sensação muito gratificante, mesmo sendo animais irracionais, os instintos afetivos são notáveis.
Acho a minha ”história” bem interessante, queria compartilha-la com vocês, porque acho que tudo que é feito com amor vale a pena ser notado.
Tem alguma história bacana com cachorros, com fotos? Nos envie para análise. Quem sabe sua história é publicada?

Cadela ajuda vítima a testemunhar contra estuprador


Rosie, a primeira cadelinha a ser aceita em um tribunal judicial em Nova York (EUA), ocupou o banco das testemunhas com uma menina de 15 anos que iria depor contra o próprio pai, que a engravidou após estuprá-la. Rosie permaneceu sentada aos pés da adolescente durante todo o depoimento. Em momentos particularmente difíceis, a mascote se inclinava para mais perto da jovem, como se estivesse a apoiando.
Rosie, uma cadela da raça golden retriever, foi fundamental para que a adolescente enfrentasse o estresse de depor contra o próprio pai
Quando o julgamento terminou, em junho deste ano, com a condenação do suspeito a 25 anos de prisão, a adolescente “ficou muito grata a Rosie, acima de tudo”, disse David A. Crenshaw, um psicólogo que trabalhou com a adolescente, ao jornal The New York Times. “Ela só abraçava Rosie”, completou o terapeuta.
Agora, um apelo planejado pelos advogados de defesa coloca Rosie no centro de um debate jurídico para decidir se outros cães poderão entrar em salas de audiência jurídica de Nova York e, possivelmente, de outros Estados norte-americanos.
Rosie, uma golden retriever, é uma cadela-terapeuta especializada em fornecer conforto emocional a pessoas sob muito estresse. Tanto os procuradores quanto os advogados de defesa a descreveram como adorável, embora tenham afirmado que a pet babasse bastante.
O Ministério Público local notou que Rosie faz parte de uma tendência crescente nos julgamentos: no Arizona, no Havaí, em Indiana, em Idaho e em outros Estados dos EUA, nos últimos anos, os tribunais têm permitido a presença de cães treinados para oferecer às crianças e a outras testemunhas vulneráveis consolo diante de júri.
Mas esse novo papel dos cães, apoiar no testemunho, levanta questões jurídicas complicadas, e advogados de defesa podem argumentar dizendo que há a possibilidade de os animais influenciarem os jurados de forma injusta, com sua beleza e sua empatia natural, alega a reportagem do jornal novaiorquino.
O trabalho canino de auxiliar as testemunhas, em alguns dos Estados americanos, teve início em 2003, quando advogados de acusação conseguiram permitir que um cachorro chamado Jeeter (com um focinho em forma de botão) ajudasse num caso de assédio sexual, em Seattle. Na ocasião, a promotora Ellen O’Neill-Stephens se tornou conhecida como ativista pela causa “cachorro-em-côrte”.
- Às vezes, o cão significa a diferença entre uma condenação e uma absolvição.
Já a presença da cadela Rosie foi justificada pelo juiz Stephen L. Greller, de Dutchess County. Segundo ele, a adolescente estava traumatizada, e o réu, Victor Tohom, parecia-lhe ameaçador.
Para autorizar a presença da mascote, Greller citou um caso de 1994, em que um urso de pelúcia foi usado para “acompanhar” uma criança que testemunharia em um julgamento.
Rosie em ação
Segundo a reportagem do The New York Times, pelo menos em uma das vezes em que teria de falar ao júri, a adolescente foi literalmente “empurrada” pela cadela Rosie, que se levantava e parecia cutucar a jovem delicadamente com o focinho.
Mas os defensores públicos David S. Martin e Steven W. Levine – responsáveis pelo réu – levantaram uma série de acusações que, dizem, podem reverter o caso na mais alta côrte de Nova York.
Eles argumentam que, como um cão terapeuta, Rosie responde a pessoas sob estresse, confortando-as. Não importa, alegam, se essa tensão venha de enfrentar um réu culpado ou de mentir sob juramento.
No entanto, os próprios advogados de defesa afirmam ser provável que os jurados concluam que a cadela tenha ajudado a vítima a expor a verdade.
Mais trabalho
Enquanto os advogados de defesa do réu preparam a apelação, Rosie continua ocupada. Nos últimos dias, a cadela acompanhou o preparo de duas garotas, com idades de cinco e onze anos, para testemunhar contra o acusado de esfaquear sua mãe.
Matthew A. Weishaupt, procurador do novo caso, argumentou que Rosie e outros cães como ela não afetam testemunhos sobre crimes horripilantes.
- Esses cachorros aliviam o estresse e o trauma que uma criança enfrenta ao testemunhar.
Fonte: R7

Cão campeão de competições gera três filhotes 20 anos após sua morte


Ele pode estar morto há quase duas décadas, mas isso não impediu que o cão vencedor de competições gerasse três filhotes. O sêmen de Troy, um fox terrier, foi congelado em 1989, no primeiro episódio de fertilização in vitro executada em animais. Veterinários reproduziram a técnica para inseminar artificialmente Star, neta de Troy, com o esperma do campeão.
Filhotes posam em frente ao retrato do pai, o vencedor de concursos
Agora a criadora Robyn Price comemora a ninhada de Star nascida de 8 de julho: três saudáveis filhotes de fox terrier – dois machos e uma fêmea.
A especialista gastou quase 9 mil reis para armazenar o esperma e realizar o tratamento para a inseminação. “Um cateter foi usado no processo de fertilização. É fascinante o fato de um material guardado há tanto tempo ser capaz de gerar vida”, disse ela.
“Estava tão animada que abracei o veterinário. É um tanto bizarro quando se pensa em tudo o que foi feito, mas os filhotes são demais”, acrescentou Robyn. “Todos querem tocá-los e agora eles são mundialmente famosos, porque o pai era uma lenda”.
Troy foi vencedor do Campeonato de Sweepstakes no Royal Melbourne – Austrália – de 1989, evento anual muito conhecido por criadores. No entanto, o campeão morreu cinco anos mais tarde.
O sêmen ficou armazenado por mais de 20 anos, até que foi testado pelos estudiosos da Universidade de Monash, em Melbourne. Os pesquisadores descobriram que os espermatozóides ainda tinham condições de nadar e fecundar.
Star foi inseminada artificialmente e deu à luz a dois filhos e uma filha 17 anos após a morte do pai.
Robyn já escolheu os nomes dos filhotes: Eternity, Retrospect e Back to the Future – em tradução livre significando Eternidade, Retrospecto e De Volta para o Futuro.
Stuart Mason, veterinário da Universidade de Monash, disse que utilizou uma nova técnica europeia e que se surpreendeu com o fato de um esperma congelado há tanto tempo ainda gerar filhotes tão saudáveis.
“Foi uma experiência maravilhosa. Estamos tão empolgados quanto Robyn com o sucesso de tudo isso”, conta o Dr. Mason. “Na Austrália, é bastante raro um processo bem-sucedido com esperma armazenado por tantos anos”, completa.
Os filhotes estão sendo cuidados por humanos enquanto Star se recupera. Eles serão mantidos sob temperatura constante de 23° C por 10 dias e alimentados com mamadeiras de hora em hora.
Fonte: PetMag

Lifting de mais de R$ 20 mil salva cão de cegueira


Junior, um cão da raça bloodhound, sofria de um distúrbio raro. O problema causava o acúmulo anormal de pele na cabeça. E toda esta carne em excesso acabou cobrindo seus olhos, o que levaria o cachorro à cegueira.
Junior, antes e depois da cirurgia
Denise e David Smart, donos de Junior, vivem na Inglaterra e optaram por submetê-lo a uma cirurgia de correção que saiu por nada menos de R$ 20mil. A operação foi um sucesso absoluto.
O casal havia feito outras tentativas de salvar a visão de Junior, de cinco anos de idade. Em uma delas, o cão teve uma pálpebra removida. Mas a intervenção não resolveu muita coisa e ele começou a sofrer de um distúrbio chamado entrópio, que poderia tê-lo levado à perda total da visão.
Os veterinários recomendaram então que Denise e David procurassem o especialista Gary Lewin, para que fosse realizado um delicado lifting facial. A operação removeria a pele extra e as rugas, este tipo de intervenção é muito comum em seres humanos em busca do rejuvenescimento facial.
A cirurgia durou três horas e, segundo o médico, foi a mais difícil de sua carreira. O excesso de pele de Junior foi removido e agora ele já pode enxergar claramente.
“Nós o pegamos quando ele era apenas um filhote e notamos que, desde cedo, Junior já sofria. Ele mal podia ver e era mal-humorado por casa disso”, conta Denise, de 49 anos. “Levamos Junior ao veterinário e ele teve uma pálpebra removida, pois pensaram que isso resolveria o problema, mas não fez muita diferença”, completa ela.
“Quando Junior chegou à idade adulta, os médicos disseram que ele não tinha tamanho para toda aquela pele. Destino ou aberração, os veterinaries nunca haviam visto um caso deste tipo em um bloodhound”, comenta Denise.
Junior, cujo pai foi um cão vendedor no concurso de melhor exemplar da raça em 2009, foi submetido a uma consulta com Gary, que decidiu operá-lo. “Gary já havia feito esta cirurgia em 500 outros cães, mas o peso e o volume de pele na cabeça de Junior fizeram o procedimento ser mais difícil que ele esperava. Demorou três horas, mas valeu a pena”, conta David. “Ele é muito menos agressivo e rabugento agora. Continua nervoso, mas vive mais feliz”, explica o gerente de vendas.
“Bloodhounds são conhecidos por roubarem objetos. Só agora Junior está fazendo jus a esta reputação. Já demos falta de telefones celulares, câmeras e controles remotos e, normalmente, achamos estes objetos perdidos no jardim. Ele está cheio de vida novamente”, acrescenta David.
As cicatrizes são grandes e Junior ainda está em processo de recuperação. O casal não tem filhos, mas é dono de mais quatro cães: Jasper e Judge, também blodhounds, além de Johnson e Jed, basset hounds.
A operação foi financiada pelo convênio veterinário.
Fonte: PetMag

Sheraton de São Paulo já hospeda cães

O turista que viaja para a cidade de São Paulo acompanhado do seu animal de estimação encontra mais um endereço onde se hospedar com ele. O Sheraton São Paulo WTC Hotel agora também recebe cães, um serviço que já é oferecido em outros países. No ato da reserva, o hóspede deve informar a vinda de seu pet, que pode acompanhá-lo no apartamento e áreas comuns do empreendimento, respeitando as leis de saúde locais.


Desde a implementação do programa Sheraton Love the Dog!, no início de agosto, os cães podem desfrutar de benefícios próprios. No check-in é entregue um kit de boas-vindas composto por cama, tapete higiênico, tigelas de ração e água, sacos para recolher resíduos, placa de identificação (ID tag)  e aviso de porta , com a inscrição “animal de estimação descansando”.
Durante a hospedagem do animal é cobrada uma taxa adicional de R$ 250,00 referente à higienização do apartamento. Uma lista com telefones e endereços de clínicas veterinárias, pet shops, dog walkers, além de praças e parques próximos ao hotel, é entregue ao dono no check-in. O hotel aceita cães de pequeno e médio porte, cujo peso não ultrapasse 18kg. Caso o hóspede decida levar mais de um cão, o peso dos dois não pode exceder 18kg e o valor da taxa de limpeza sobe para R$ 500,00.
Os hóspedes devem seguir os termos de responsabilidade da rede de hotéis, que contém oito normas de conduta para o seu cão, como transitar com o cão sempre com coleira nas áreas comuns permitidas, prevenir ruídos provocados por ele e manter distância das áreas de alimentação, eventos e piscina.
Mais informações:
www.sheratonsaopaulowtc.com.br
Fonte: Época SP

Pet shops deixam de vender filhotes para apoiar adoção


Duas grandes redes de pet shop canadenses, a PJ’s Pets e a Pets Unlimited, suspenderam a venda de filhotes de cães e gatos em todas as suas lojas. A intenção é nobre: incentivar a adoção dos inúmeros bichinhos que vivem em abrigos e nas ruas à espera de um dono.
Duas redes de pet shop canadenses, suspenderam a venda de filhotes para incentivar a adoção
A partir de setembro, os espaços que pertenciam à exposição dos filhotes serão agora ocupados por stands de ONGs e abrigos de animais que mostrarão aos clientes fotos dos cães e gatos disponíveis para adoção. Nas lojas maiores, canis serão construídos e ficarão à disposição dessas entidades.
Um trabalho de conscientização sobre a importância de adotar animais, em vez de comprá-los, com direito à distribuição de panfletos darão apoio à ação. Para as empresas, somente deixar de vender filhotes sem o suporte de uma campanha educativa não resolverá o problema dos animais abandonados. Isso porque os clientes poderiam sair da loja e simplesmente procurar outra para comprar os bichinhos.
A PJ’s Pets e a Pets Unlimited ainda se comprometeram a colocar para adoção os cães de reprodução de seus canis particulares, assim como as ninhadas que ainda não haviam sido vendidas.
A ideia tem sido vista com bons olhos no Canadá. Bem que a moda poderia pegar no Brasil.
Fonte: PetMag

Cão atropelado por trens recebe cadeira de rodas especial


O cão Ciuchcia, 4 meses, brinca no jardim de após receber cadeira de rodas especial feita para ele no abrigo para animais Schronisko, nas proximidades da cidade de Piotrkow Trybunalski.
Animal recebeu cadeira de rodas especial no abrigo
Ciuchcia persegue um gato no abrigo Schronisko
As patas traseiras de Ciuchcia ficaram paralisadas após o animal ser fisicamente maltratado e abandonado com dois irmãos em um trilho de trens. O animal sobrevive apesar de ter sido atropelado por diversos trens, segundo um funcionário do abrigo
Fonte: Terra